quarta-feira, 30 de maio de 2012
Os Nossos Formados Capturaram um Enxame Silvestre
Um dos grandes objectivos do nosso movimento Paredes em Transição é criar comunidade, laços de amizade e entreajuda entre os seus elementos.
O que, neste capítulo, foi conseguido entre os formados do 1.º Workshop Sobre Apicultura com Harald Hafner ultrapassou - e muito - todas as expectativas.
(Digo "formados" porque o curso terminou no dia 20 de Maio, e prometo que em breve colocarei, aqui, fotografias da 3-ª e última sessão).
Ora dizia eu, os nossos formados encontram-se, visitam-se, ajudam-se, aconselham-se, fazem compras de equipamento uns aos outros, e voltam a encontrar-se e a visitar-se. E capturaram um enxame!
No Sábado passado foram vários os que se reuniram na Quinta da Pedra que Fala, no Marco de Canavezes, onde vivem o Carlos e a Sandra, para ajudar na horta, com as abelhas, e confraternizar.
Qual não foi o espanto quando lhes apareceu um enxame silvestre (agora sabemos que era silvestre, e não um enxameamento do apiário do Carlos e da Sandra) e, preparados com o que o Harald lhes ensinou, capturaram o enxame.
Eu estive lá no Domingo, e ajudei o Carlos a substituir os quadros do núcleo por quadros novos, e posso assegurar que era um excelente enxame!
Deixo abaixo um vídeo, filmado pelo telemóvel do novíssimo apicultor Óscar Moreira, que só não se aproximou mais porque não estava equipado.
Os nossos parabéns aos nossos recém-formados, e muitas felicidades com as suas abelhas!
Como eles dizem entre si: Saudações Apícolas!
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
Informações: Inscrição na oficina de cosméticos naturais
Para se inscrever na oficina de cosméticos naturais com Rita Afonso, deverá enviar um email para cursosparedesemtransicao@gmail.com a confirmar a sua participação.
O limite de participantes é de 20 e já está registado um bom número de participantes, pelo que se está interessada/o em participar, aconselhámo-la/a a fazê-lo quanto antes.
A oficina terá lugar na Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes)
Para à Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes)
(coordenadas Google Maps : 41.207686,-8.330964):
Dia: Sábado, 28 de Abril
Hora: à tarde, às 15:00 h
Para qualquer esclarecimento adicional: 91 874 1199
Para chegar à Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes) é muito simples: pergunte pela Caixa Geral de Depósitos. Fica do outro lado da rua (do lado direito da entrada, não em frente!)
Para quem vier de comboio, basta subir a Avenida da República. A Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes) fica mesmo em frente à Caixa Geral de Depósitos. Subir a escadaria!
Para quem se deslocar em viatura própria, assumindo que chega de fora de Paredes, e vem pela auto-estrada A4:
Se vier do Porto: Saída Paredes. na Rotunda que se segue à saída da A4 vira à direita e mais à frente, junto ao Hospital da Misericórdia de Paredes vira à esquerda. Segue até à Avenida da República, vira à esquerda e a Junta de Freguesia fica logo do lado direito.
Se vier de Amarante: Saída Paredes Sul. Depois de passar sob a linha de caminho-de-ferro do Douro e da Rotunda Francisco Sá Carneiro, vira à direita para a Avenida da República. Ver informações acima para chegar à sessão.
O limite de participantes é de 20 e já está registado um bom número de participantes, pelo que se está interessada/o em participar, aconselhámo-la/a a fazê-lo quanto antes.
A oficina terá lugar na Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes)
Para à Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes)
(coordenadas Google Maps : 41.207686,-8.330964):
Dia: Sábado, 28 de Abril
Hora: à tarde, às 15:00 h
Para qualquer esclarecimento adicional: 91 874 1199
Para chegar à Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes) é muito simples: pergunte pela Caixa Geral de Depósitos. Fica do outro lado da rua (do lado direito da entrada, não em frente!)
Para quem vier de comboio, basta subir a Avenida da República. A Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes) fica mesmo em frente à Caixa Geral de Depósitos. Subir a escadaria!
Para quem se deslocar em viatura própria, assumindo que chega de fora de Paredes, e vem pela auto-estrada A4:
Se vier do Porto: Saída Paredes. na Rotunda que se segue à saída da A4 vira à direita e mais à frente, junto ao Hospital da Misericórdia de Paredes vira à esquerda. Segue até à Avenida da República, vira à esquerda e a Junta de Freguesia fica logo do lado direito.
Se vier de Amarante: Saída Paredes Sul. Depois de passar sob a linha de caminho-de-ferro do Douro e da Rotunda Francisco Sá Carneiro, vira à direita para a Avenida da República. Ver informações acima para chegar à sessão.
Rita Afonso, a nossa professora de confecção de cosméticos naturais
A Rita Afonso, a nossa professora de confecção de cosméticos naturais, pertence à iniciativa de Transição em Linda-a-Velha, Oeiras, e tem a Liberdade como lema de vida. Tem uma paixão por ensinar o que sabe, e esta oficina que ela vai facilitar no dia 29 de Abril, aqui em Paredes, promete ser um sucesso!
Entrevistámo-la para saber que ingredientes usa, como os escolhe, sobre a sua participação em Linda-a-Velha em Transição, o que a faz correr... Aqui fica a entrevista:
Entrevistámo-la para saber que ingredientes usa, como os escolhe, sobre a sua participação em Linda-a-Velha em Transição, o que a faz correr... Aqui fica a entrevista:
Rita, como começaste a fazer cosméticos?
um pouco antes dos vinte descobri a prodigiosa vida do campo, na serra de Grândola - com o que cá chegou de alemães sonhadores, dissidentes do Maio de 68!!!
Também por essa altura voltei a aprender os prazeres mais simples que haviam de ter feito parte da minha infância e não fizeram, como fazer coroas de flores, tomar banho nas ribeiras e pintar o corpo com as cores que as pedras dão! A partir daí a minha vida nunca mais foi a mesma, nem a minha visão do mundo.
Tinha uma boa amiga cuja mãe sabia e sabe muito de plantas medicinais e ela foi a primeira pessoa a quem vi e ajudei a fazer cremes.
Depois disso, vivi nas Ilhas Canarias e então uma boa amiga passou-me uma receita "secreta", que supostamente se passava de mãe para filha. Uma amiga lhe ensinara e ela ensinou-me a mim. E eu, perdoe-me a tradição, que nasci desbocada e democrática, decidi partilhar aquele segredo com quem o quiser saber!!!
Que ingredientes usas?Tenho predilecção pelo aloé, mas - como terei oportunidade de vos explicar- a lógica dos meus cremes é simples e abrangente. Todas as plantas medicinais com propriedades benignas para a pele são bem vindas.
A cera é um material extremamente nobre e polivalente, disponível na natureza e por isso usado de forma muito diversa por todas as culturas e ao longo dos tempos. Os egípicos usavam-na para o embalsamamento das múmias e os romanos na cerâmica e na escultura (uso que ainda se lhe dá). Nós utilizá-la-emos - como aliás, tantos antes de nós - para pomadas e unguentos, pelas suas propriedades físicas, e também medicinais - a cera é suavizante, protectora, calmante e anti-inflamatória e muito rica em vitamina A, entre outras coisas.
O mel, que resulta ser outra maravilha da colmeia, é um grande aliado da pele e do cabelo pelas suas propriedades cicatrizantes, antibacterianas e anti-inflamatórias; mas também por ser um produto hidratante, remineralizante, suavizante e nutritivo.
O mel, que resulta ser outra maravilha da colmeia, é um grande aliado da pele e do cabelo pelas suas propriedades cicatrizantes, antibacterianas e anti-inflamatórias; mas também por ser um produto hidratante, remineralizante, suavizante e nutritivo.
Como escolhes os teus ingredientes?
Por norma gosto de usar plantas recolhidas por mim - porque me sinto bem, porque o vínculo criado com o processo inteiro é outro, porque amo as plantas - quanto ao resto escolho sempre biológico, pois a sua qualidade é superior e a ausência de químicos importante.
Que resultados tens obtido?
Como é óbvio, os resultados são bons! O aloé, o azeite e tudo o que tento colocar lá dentro (incluído o Amor!) são ingredientes muito nobres. Mas os tipos de pele e a definição dos usos é algo que deve ficar claro. Uma pele oleosa não gosta de um creme gordo, mas qualquer mão agradece! Tenho adeptos dos meus cremes, mas sobretudo, o resultado mais importante para mim é o empoderamento pessoal; que aqueles que aprendem possam, como eu, sentir-se mais capazes de preencher as suas necessidades sem fazer recurso a outrem, às lojas ou aos recursos ocultos dos outros. É bom sabermos fazer o nosso creme, o nosso óleo de massagem, o nosso pão ou o nosso cachecol. Volta a colocar em nós, pouco a pouco, o poder sobre a nossa vida e as nossas decisões/necessidades de consumo.
Como é óbvio, os resultados são bons! O aloé, o azeite e tudo o que tento colocar lá dentro (incluído o Amor!) são ingredientes muito nobres. Mas os tipos de pele e a definição dos usos é algo que deve ficar claro. Uma pele oleosa não gosta de um creme gordo, mas qualquer mão agradece! Tenho adeptos dos meus cremes, mas sobretudo, o resultado mais importante para mim é o empoderamento pessoal; que aqueles que aprendem possam, como eu, sentir-se mais capazes de preencher as suas necessidades sem fazer recurso a outrem, às lojas ou aos recursos ocultos dos outros. É bom sabermos fazer o nosso creme, o nosso óleo de massagem, o nosso pão ou o nosso cachecol. Volta a colocar em nós, pouco a pouco, o poder sobre a nossa vida e as nossas decisões/necessidades de consumo.
O que te faz correr?
Não corro, caminho! Mas o que me faz correr é paixão! Como não sentir o enorme entusiasmo de estar viva?
Como te meteste no movimento de Transição?
...Coisas da vida! O movimento de transição já se tinha tentado meter comigo, mas eu é que não lhe dei bola! Depois descobri com agrado que havia um 1º Curso de Iniciação à Permacultura cá em Linda-a-Velha e eu, que queria muito em breve voltar para o campo, fui fazê-lo. Deste então a aventura não parou. A iniciativa na qual estou não deixou de crescer e, por incrível que pareça, já nem sinto pressa de voltar ao campo, pois aqui está delicioso!
Falando sério, este é um momento muito especial da Humanidade, um momento de viragem, de transição. É uma honra para mim estar aqui e agora. Sempre foi um anseio meu fazer alguma coisa para colaborar na mudança que ocorre. E o Movimento de Transição parece ter algo! Alguma coisas em nós faz sentido, muitas coisas neste movimento fazem sentido. E a minha vida, como a de quase toda a gente, precisa de fazer sentido. Quero-me deitar cada noite cansada mas feliz por aquilo que escolho viver e a Transição é um projecto sensato e maduro, apesar de sonhador e incerto. Tem pés para andar, além de cabeça coração e mãos.
E o que esperas acrescentar com a tua participação?
O que espero acrescentar? Daquilo que tenho para dar, tudo.
Para mais informações sobre a oficina com a Rita, clicar aqui.
Para mais informações sobre a oficina com a Rita, clicar aqui.
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
Oficina de Cosméticos Naturais com Mel e Cera de Abelha
Complementando o nosso curso de apicultura com o Harald Hafner, Paredes em Transição tem o prazer de anunciar mais uma oficina pensada para capacitar as pessoas a assegurarem parte do que consomem. Desta vez, como confeccionarem os seus próprios cosméticos!Teremos a presença da nossa colega Rita Afonso, da iniciativa de Transição em Linda-a-Velha, que nos irá ensinar a fazer creme hidratante para o corpo e bálsamo labial, usando, entre outros ingredientes naturais e de qualidade, o mel e a cera de abelha.
Esta oficina foi pensada para proporcionar o máximo benefício pelo investimento de 12 Euros, podendo, os participantes, lavar os seus cosméticos para casa, e mais tarde voltar a confecciná-los, para si e para oferecer à família e amigos.
A oficina decorrerá na Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes), no espaço onde os nossos colegas do projecto PROVE distribuem os seus cabazes de fruta e hortícolas.
Podem inscrever-se na oficina através do email cursosparedesemtransicao@gmail.com.
Não se esqueçam de trazer recipientes aproprados para cosméticos, para poderem levar para casa o fruto do vossos esforço!
Mais informação pode ser encontrada aqui.
Esta oficina foi pensada para proporcionar o máximo benefício pelo investimento de 12 Euros, podendo, os participantes, lavar os seus cosméticos para casa, e mais tarde voltar a confecciná-los, para si e para oferecer à família e amigos.
A oficina decorrerá na Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Paredes), no espaço onde os nossos colegas do projecto PROVE distribuem os seus cabazes de fruta e hortícolas.
Podem inscrever-se na oficina através do email cursosparedesemtransicao@gmail.com.
Não se esqueçam de trazer recipientes aproprados para cosméticos, para poderem levar para casa o fruto do vossos esforço!
Mais informação pode ser encontrada aqui.
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quarta-feira, 28 de março de 2012
E foi assim o 2.º Workshop de Apicultura
Algumas imagens do 2.º Workshop de Apicultura com Harald Hafner em Paredes:
A parte teórica, na casa da Quinta da Ameixoeira Torta.
Fumigador em acção. Fumo branco, seco e frio. Apenas um pequeno sopro, criando uma pequna nuvem de fumaça que se mantenha sobre os quadros, para pacificar as abelhas, que associam o fumo a um fogo florestal, enxendo-se de mel.
O mestre ajuda os formandos na leitura de um quadro.
Colocação de uma nova alça para mel.
E os formandos são os seus primeiros passos com as abelhas.
Entrada das abelhas na colmeia, após a perturbação. Algumas regressa do seu voo de colheita, com as patas carregadas com pólen.
Como caças F14 Tomcat aterrando no porta-aviões...
A turma do segundo workshop, no Domingo de manhã.
Os formandos dão os seus primeiros passos com as abelhas: retirando os quadros para inspeção.
Leitura de um quadro: a rainha é a abelha mais comprida, que pode ser vista no centro da imagem.
Leitura de um quadro: no centro da imagem, célula de rainha.
O método do Harald a funcionar: Alguns exemplares de varroa no favo de criação de zangãos. Em pormenor, varroa na larva de um zangão.
E contribuem para fechar o círculo e manter a sanidade da colmeia. Nada se perde!
Controlo engenhos da varroa: à tarde, um quadro vazio (para zangãos) que tínhamos colocado na parte da manhã já se encontrava com bastante cera puxada pelas abelhas.
Ao fim do dia, tirou-se mel de alguns quadros velhos de mel que foram substituídos por cera nova.
Depois dos alvéolos espremidos...
A parte teórica, na casa da Quinta da Ameixoeira Torta.
Fumigador em acção. Fumo branco, seco e frio. Apenas um pequeno sopro, criando uma pequna nuvem de fumaça que se mantenha sobre os quadros, para pacificar as abelhas, que associam o fumo a um fogo florestal, enxendo-se de mel.
Leitura de um quadro. Haverá postura recente? Alvéolos vagos?
O mestre ajuda os formandos na leitura de um quadro.
Colocação de uma nova alça para mel.
E os formandos são os seus primeiros passos com as abelhas.
Colocação da cobertura sobre a alça de mel de uma segunda colmeia.
Entrada das abelhas na colmeia, após a perturbação. Algumas regressa do seu voo de colheita, com as patas carregadas com pólen.
Como caças F14 Tomcat aterrando no porta-aviões...
Esta abelha exibe um comportamento em que liberta o odor indicativo da sua colmeia, para que a identifiquem e deixem entrar. Uma espécie de santo e senha.
Os formandos dão os seus primeiros passos com as abelhas: retirando os quadros para inspeção.
Leitura de um quadro: a rainha é a abelha mais comprida, que pode ser vista no centro da imagem.
Leitura de um quadro: no centro da imagem, célula de rainha.
No Domingo à tarde, os formandos do 1.º workshop que não tiveram hipótese de dar os seus primeiros passos com as abelhas, por causa da chuva, tiveram essa oportunidade.
Aqui, o Harald usa quadros vazios, que incentivam a criação de zangãos: um método engenhoso e natural para controlar a Varroa destructor, um ácaro responsável pela devastação de muitas colmeias.
O método do Harald a funcionar: Alguns exemplares de varroa no favo de criação de zangãos. Em pormenor, varroa na larva de um zangão.
As galinhas chamaram-lhe um figo (e os galos também)!
E contribuem para fechar o círculo e manter a sanidade da colmeia. Nada se perde!
Ao fim do dia, tirou-se mel de alguns quadros velhos de mel que foram substituídos por cera nova.
Depois dos alvéolos espremidos...
E a colheita final. Encerramento de um dia fantástico!
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quarta-feira, 7 de março de 2012
2.º Workshop de Apicultura com Harald Hafner em Paredes!
Boas notícias!
Já esperávamos que o primeiro workshop esgotasse, se bem que, com o costume bem português de deixar as coisas para a última, as inscrições, no início, tivessem tardado a chegar. Com esta expectativa, já tínhamos combinado com o Harald datas para uma segunda ronda.
Sendo assim, e com uma lista de espera de 10 pessoas que não tiveram a possibilidade de ingressar no primeiro curso, abrimos hoje as inscrições para o segundo e último.
As datas para este segundo curso são:
1.ª sessão: Março. 23, 24, 25
(Sexta 21:15 - 23:15 h, Sab. 9 - 17:00 h, Dom. 9 - 13:00 h)
2.ª sessão: Abril. 29
(Dom. 9-17:00 h)
3.ª sessão: Junho. 8, 9, 10
(Sexta 21:15 - 23:15 h, Sab. 9 - 17:00 h, Dom. 9:00 h - até terminar, na parte da tarde)
(Sexta 21:15 - 23:15 h, Sab. 9 - 17:00 h, Dom. 9 - 13:00 h)
2.ª sessão: Abril. 29
(Dom. 9-17:00 h)
3.ª sessão: Junho. 8, 9, 10
(Sexta 21:15 - 23:15 h, Sab. 9 - 17:00 h, Dom. 9:00 h - até terminar, na parte da tarde)
Os interessados em frequentar este segundo workshop poderão fazê-lo enviando a ficha de inscrição preenchida e efectuando a transferência 75€ (metade do custo do curso) para o NIB da associação Paredes em Transição: NIB 0033 0000 4540 8581 5800 5 do BCP.
Aqui poderão descarregar a ficha de inscrição que deverá ser devidamente preenchida e enviada para o email: cursosparedesemtransicao@gmail.com
Aqui poderão encontrar informação sobre como efectuar o pagamento.
As inscrições estarão abertas até ao dia 15 de Abril e serão admitidos 15 participantes.
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segunda-feira, 5 de março de 2012
E foi Assim a 1.ª Sessão do Workshop Sobre Apicultura
E foi assim a 1.ª sessão do Curso de Apicultura com Harald Hafner em Paredes!
Depois de um longuíssimo período sem chuva, em que todos estávamos fartos dos dias soalheiros e ansiávamos pela chuva, e ela teimava em não vir, dias de sol radioso, alguns que já puxavam à Primavera, em que houve quem passasse na rua em mangas de camisa, ela chegou. E caiu, e voltou a cair, precisamente no dia e meio em que tínhamos marcado as aulas. Choveu praticamente durante todo o Sábado, e durante a manhã de Domingo.
Reunidos na sala da casa da Quinta da Ameixoeira Torta, escutávamos o Harald, e esperávamos todos que uma boa aberta nos permitisse darmos os nossos primeiros passos com as abelhas.
No Sábado à tarde, desafiámos a chuva e demos um longo passeio pela quinta e redondezas, para aprender sobre a flora apícola mais importante, nesta época fundamental para as abelhas, em que elas começam a sair das colmeias para recolherem o pólen e néctar.
Os eucaliptos, o tojo, as violetas, as salgueiros, os amieiros, as amendoeiras, as cerejeiras, todos ajudam a alimentar a colmeias nesta época de arranque.
E fizemos a nossa primeira visita, como grupo, ao nosso apiário comunitário.
Algumas abelhas mortas durante o transporte da colmeia foram colocadas fora da colmeia pelas abelhas responsáveis pela limpeza da mesma.
Uma colánia especialmente forte. As redes são utilizadas durante o transporte da colmeia.
No Domingo, depois da sessão terminada, alguns participantes no curso acabaram por ficar para almoçar na Quinta da Ameixoeira Torta, e foi precisamente durante o almoço que o tempo começou a mudar. E que tal se vestíssimos rapidamente os fatos de apicultor e déssemos um salto ao apiário? Dito e feito!
Um quadro de cera moldada novo, onde as abelhas já tinham começado a puxar a cera. Em alguns, a raínha já tinha colocado postura.
Um quadro de criação, com os alvéolos com a criação no meio, já operculados, rodeados por um anel de cera e outro de mel.
Um bom quadro de criação.
Alvéolos de zangão.
De manhã chuvosa, a tarde de sol!
Instrumento para capturar raínhas. Todos pudemos observar a raínha desta colmeia.
Para fazer um balanço desta 1.ª sessão do workshop, modéstia à parte, foi uma excelente experiência. Tirando a chuva que impediu que uma boa parte dos participantes tivesse a tão desejada experiência com as abelhas, penso que tudo o resto correu bem. Rapidamente se criou um grupo muito bom, e todos os outros elementos iam caindo no seu lugar.
O Harald contagiou toda a gente com os seus fenomenais conhecimentos sobre o mundo das abelhas, e conseguiu captivar até os mais experientes na arte da apicultura.
A 15 de Abril haverá mais, mas, quem sabe, antes ainda não conseguiremos trazer mais algumas pessoas a ter o seu primeiro contacto com as abelhas?
Este workshop superou as expectativas e não só preencheu a quantidade de vagas que tínhamos disponibilizado, como ficámos com uma boa lista de espera.
Deste modo, a pedido de várias famílias, organizaremos um segundo workshop que terá início no dia 23 de Março, mas mais sobre isso amanhã ;-)
Entretanto, Boas Noites!
Depois de um longuíssimo período sem chuva, em que todos estávamos fartos dos dias soalheiros e ansiávamos pela chuva, e ela teimava em não vir, dias de sol radioso, alguns que já puxavam à Primavera, em que houve quem passasse na rua em mangas de camisa, ela chegou. E caiu, e voltou a cair, precisamente no dia e meio em que tínhamos marcado as aulas. Choveu praticamente durante todo o Sábado, e durante a manhã de Domingo.
Reunidos na sala da casa da Quinta da Ameixoeira Torta, escutávamos o Harald, e esperávamos todos que uma boa aberta nos permitisse darmos os nossos primeiros passos com as abelhas.
No Sábado à tarde, desafiámos a chuva e demos um longo passeio pela quinta e redondezas, para aprender sobre a flora apícola mais importante, nesta época fundamental para as abelhas, em que elas começam a sair das colmeias para recolherem o pólen e néctar.
Os eucaliptos, o tojo, as violetas, as salgueiros, os amieiros, as amendoeiras, as cerejeiras, todos ajudam a alimentar a colmeias nesta época de arranque.
E fizemos a nossa primeira visita, como grupo, ao nosso apiário comunitário.
Algumas abelhas mortas durante o transporte da colmeia foram colocadas fora da colmeia pelas abelhas responsáveis pela limpeza da mesma.
Uma colánia especialmente forte. As redes são utilizadas durante o transporte da colmeia.
No Domingo, depois da sessão terminada, alguns participantes no curso acabaram por ficar para almoçar na Quinta da Ameixoeira Torta, e foi precisamente durante o almoço que o tempo começou a mudar. E que tal se vestíssimos rapidamente os fatos de apicultor e déssemos um salto ao apiário? Dito e feito!
Um quadro de criação, com os alvéolos com a criação no meio, já operculados, rodeados por um anel de cera e outro de mel.
Um bom quadro de criação.
Alvéolos de zangão.
De manhã chuvosa, a tarde de sol!
Instrumento para capturar raínhas. Todos pudemos observar a raínha desta colmeia.
Para fazer um balanço desta 1.ª sessão do workshop, modéstia à parte, foi uma excelente experiência. Tirando a chuva que impediu que uma boa parte dos participantes tivesse a tão desejada experiência com as abelhas, penso que tudo o resto correu bem. Rapidamente se criou um grupo muito bom, e todos os outros elementos iam caindo no seu lugar.
O Harald contagiou toda a gente com os seus fenomenais conhecimentos sobre o mundo das abelhas, e conseguiu captivar até os mais experientes na arte da apicultura.
A 15 de Abril haverá mais, mas, quem sabe, antes ainda não conseguiremos trazer mais algumas pessoas a ter o seu primeiro contacto com as abelhas?
Este workshop superou as expectativas e não só preencheu a quantidade de vagas que tínhamos disponibilizado, como ficámos com uma boa lista de espera.
Deste modo, a pedido de várias famílias, organizaremos um segundo workshop que terá início no dia 23 de Março, mas mais sobre isso amanhã ;-)
Entretanto, Boas Noites!
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